Ola amigos, crio este Blog para compartilhar minhas andanças; receber suas contribuições; refletir sobre assuntos gerais, especialmente as referentes a negritude.
domingo, 19 de julho de 2015
sábado, 11 de julho de 2015
Continuamos na luta
Da postagem anterior em 17 de abril até pouquíssimos dias atrás foi um período bastante complicado, pois passei por um significativo susto, qual seja, a possibilidade de estar com câncer de próstata. Felizmente a suspeita não se confirmou e pude atender com mais tranquilidade de um cálculo renal e posteriormente me dedicar intensivamente ao meu trabalho docente que demandava processos avaliativos em três escolas de educação básica,
Neste momento, me encontro preparando quatro cursos de formação de professores a serem aplicados nos próximos dias (três para municipais e um para estaduais) e preciso retomar acompanhamento de minhas turmas de especialização de coordenadores pedagógicos e da escola de gestores da região de Santana do Livramento.
Como vocês podem perceber minha agenda está totalmente lotada, ficando de fora o projeto de uma escola itinerante de cultura afro com a Psicóloga Ms. Caroline Lima Silva e as tratativas com os parceiros do Instituto Palavrações sobre o Seminário de Formação de Professores de 2016.
Todo este relato é para justificar a falta de postagens nestes dias e que nos próximos dias devo retomar.
Agradeço suas visitas a este Blog e espero que a mesma tenha atendido suas expectativas e/ou necessidades prementes. Forte abraço!
Gilson dos Anjos
Neste momento, me encontro preparando quatro cursos de formação de professores a serem aplicados nos próximos dias (três para municipais e um para estaduais) e preciso retomar acompanhamento de minhas turmas de especialização de coordenadores pedagógicos e da escola de gestores da região de Santana do Livramento.
Como vocês podem perceber minha agenda está totalmente lotada, ficando de fora o projeto de uma escola itinerante de cultura afro com a Psicóloga Ms. Caroline Lima Silva e as tratativas com os parceiros do Instituto Palavrações sobre o Seminário de Formação de Professores de 2016.
Todo este relato é para justificar a falta de postagens nestes dias e que nos próximos dias devo retomar.
Agradeço suas visitas a este Blog e espero que a mesma tenha atendido suas expectativas e/ou necessidades prementes. Forte abraço!
Gilson dos Anjos
sexta-feira, 17 de abril de 2015
sábado, 21 de março de 2015
Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial
21 de março – Dia Internacional de Luta pela Eliminação da
Discriminação Racial
-
Um novo olhar para velhas questões sociais –
Muito
se tem caminhado na direção de um mundo mais justo e solidário, mas ainda há
muito a se avançar no sentido de se colocar, em prática, formas de tratamento
socialmente iguais e, bem como direitos às pessoas. Falar em discriminação
racial não é algo novo, já que desde 1948, com o estabelecimento da Declaração
Universal dos Direitos do Homem - e aqui cabe um parêntese, pois em 1948, a
sociedade mundial começava a tratar sobre os direitos humanos, ainda que em uma
perspectiva machista, conceituando o humano apenas na condição masculina, que
felizmente agora já superamos -, pelas Nações Unidas em Paris. Entretanto,
passados 63 anos, ainda se faz necessário um esforço mundial para a compreensão
e reconhecimento da diversidade como algo a ser respeitado. Neste sentido,
nosso olhar é que deve ser novo com relação a esse tema, tão utilizado por
interesses de promoção pessoal que acaba por perder sua legitimidade como
expressão de liberdade de pessoas em situação de opressão. É preciso observar
essa questão sem o viés da paternidade, mas com o sentido de ação conjunta de
toda a sociedade na promoção da harmonia e da convivência digna., capaz
solidificar uma sociedade do bem estar social.
Nesse
contexto, a discriminação racial consiste num processo sócio histórico,
construída por interesses ideológicos relacionados ao poder de dominação de
alguns grupos sociais sobre outros oprimidos. Interessante atentar que a
cultura e os costumes sociais da classe dominante acabaram por naturalizar tal
processo, outorgando ao negro a posição de inferioridade consentida, ainda que,
não raras vezes, de forma velada, em virtude da construção de uma crença
associada ao estereótipo pejorativo da raça negra.
Por
outro lado, o movimento negro organizado motivou o avanço dos estudos na área
de direitos humanos, fazendo emergir o debate público sobre esse antigo tema,
ainda, no entanto, não vivenciado plenamente pela sociedade. É necessário
demarcar que a conotação de discriminação em relação à raça já consta como
crime estabelecido por lei, e que, não apenas por isso, deve-se investir em
ações que exercitem a convivência com as diferenças entre as pessoas, como
aspecto a prevenir conflitos, na lógica do direito e não do favor consentido.
Urge
que a sociedade se posicione numa postura de empoderamento social aos
afrodescendentes, que em relação a si mesmos ainda não se reconhecem como
agentes de transformação, autonomia e dignidade. Como bem aponta Rosa
Luxemburgo, lutemos “por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente
diferentes e totalmente livres.”
Caroline Lima Silva
Psicóloga, Mestre em Psicologia – UFRGS
Pós-graduanda em Gestão Social: Políticas Públicas,
Redes e Defesa de Direitos
Gilson Luiz dos Anjos
Educador/Historiador/ Militante Social das Questões
da Negritude e
Mestre em Educação - UFRGS
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Sobre nossa descendência
"Não sou descendete de escravos, Eu descendo de seres humanos que foram escravizados!"
Makota Valdina
Makota Valdina
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
domingo, 1 de fevereiro de 2015
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